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Jogo Forjães-GD Joane interrompido pelo árbitro por falta de segurança

A partida entre o Forjães e o GD Joane,n a contar para a 21.ª jornada da divisão  Pró-nacional da AF Braga, foi interrompida quando faltavam cerca de 10 minutos para o final.

Os problemas terão começado com uma altercação entre elementos do bancos de suplentes, após o terceiro golo dos visitantes, num episódio que acabou por ser determinante para Tiago Abreu, árbitro do encontro, dar por terminado o jogo mais cedo, alegando falta de condições de segurança para continuar a partida. O Joane, líder da maior prova dos distritais de Braga, vencia por 3-1.

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Mesmo depois de um reforço de patrulhamento da GNR e de ambos os treinadores e capitães de equipa terem solicitado ao árbitro que prosseguisse o jogo, a verdade é que Tiago Abreu não mudou de ideias.

Elementos dos dois clubes confirmaram a Record:"Não houve qualquer agressão física entre jogadores ou outros elementos."

Entretanto, o GD Joane, líder da Pró-Nacional, partilhou nas redes sociais um comunicado no qual condena a decisão do juiz. 

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Eis o comunicado do Joane:

"É com profunda tristeza e indignação que o Grupo Desportivo de Joane vem a público condenar veementemente a decisão arbitrária tomada pela equipa de arbitragem no jogo de hoje contra o Forjães Sport Clube, a contar para a 21ª jornada do campeonato Pró-Nacional AF Braga. O Fair Play prevaleceu durante a partida, com uma bonita homenagem ao jogador Pedro Vassalo, do Forjães, a ser feita no início e no intervalo do jogo. Para além disso, é importante destacar que, até o momento da interrupção do jogo, apenas um cartão amarelo havia sido mostrado, demonstrando o espírito desportivo e disciplina em campo. Após alcançarmos uma vantagem clara de 3-1, no minuto 80, fomos surpreendidos com a interrupção do jogo, alegadamente devido a questões de segurança. É importante salientar que tanto as duas equipas como as autoridades policiais presentes confirmaram que as condições de segurança eram adequadas para a continuação do jogo. Esta decisão unilateral prejudica não só a integridade da competição, como também o esforço e dedicação dos jogadores e adeptos envolvidos. Exigimos uma investigação imediata e transparente sobre este incidente e esperamos que medidas sejam tomadas para evitar que situações semelhantes ocorram no futuro. Estamos empenhados em defender a verdade desportiva e a justiça no futebol.".

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Por José Mário
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