No final do encontro o treinador do Belenenses, Marinho Peres, estava conformado com o resultado sofrido. O técnico brasileiro reconheceu a superioridade do adversário de ontem e apelou aos seus jogadores para não desanimarem com a série de resultados negativos.
"O FC Porto demonstrou que não é por acaso que está à frente da SuperLiga. Nós também merecemos um elogio pois jogámos bem na primeira parte e chegámos ao intervalo em vantagem. Depois o nosso adversário acabou por ser feliz. Chegou ao empate através de um lance de bola parada e depois, praticamente de seguida, alcançou o segundo tento. O FC Porto mostrou uma constância tremenda e um potencial violento. Tenho de dar os parabéns ao FC Porto que nos venceu com todo o mérito", afirmou.
Em relação à série negativa do Belenenses (não ganha há seis jornadas consecutivas) o responsável técnico do clube da Cruz de Cristo desdramatizou a situação. "De certa forma esta situação acaba por ser normal pois não podemos fazer sempre campeonatos tão bons em todos as temporadas. As outras equipas como o Gil Vicente, U. Leiria e Varzim também melhoraram este anos mas acredito que nós somos mais constantes. Não nos podemos deixar abater pela presente situação", acrescentou.
Sexta-feira à noite o clube lisboeta defronta a Académica. Marinho Peres já pensa nesse desafio e lembra:"Agora só já quero pensar no nosso próximo confronto que é com a Académica. Temos de voltar às vitórias o mais depressa possível e deixar os 25 pontos que temos actualmente. Nós estamos habituados a uma cobrança enorme pelo que demonstrámos nos últimos anos e queremos demonstrar ao público que tudo o que alcançámos anteriormente não foi por acaso".
Tuck: «Acreditámos até ao terceiro golo»
"Acreditámos sempre que era possível virar o resultado até ao momento em que o nosso adversário conseguiu apontar o terceiro tento, já em cima do final da partida. O Belenenses está de parabéns pela forma digna como se bateu durante os noventa minutos, assim como o FC Porto, que ganhou o jogo com justiça. Se entrámos desorientados na segunda parte? Não. Batemo-nos dignamente mas o nosso adversário venceu bem, aqui no Restelo."
Verona: «Jorge Costa quis intimidar-me»
"O Jorge Costa já me tinha dado uma cotovelada no decorrer do jogo e, quando chegou o intervalo, meteu-me a mão na cara para me intimidar. Não aceito uma atitude destas de um profissional que, ainda por cima, representa a selecção portuguesa. Na primeira parte, estivemos bem e marcámos. Depois, na segunda parte, deitámos tudo a perder em dois minutos. Não soubemos segurar a vantagem obtida durante o primeiro tempo."
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