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Protagonista, a par do clube progenitor, de um dos mais rocambolescos e prosaicos casos do futebol português, o B SAD foi perdendo, sucessivamente, tudo: o rosto (o símbolo), o nome, a casa, o lugar na 1.ª, na 2.ª, na 3.ª... Mas vai recorrer e conta inscrever-se nos campeonatos nacionais em 2025/26
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Eles eram felizes os dois, mas o pior veio depois. B SAD e Belenenses tiveram um casamento em que tudo corria bem, chegaram mesmo a ter uma ‘lua-de-mel’ na Liga Europa, em 2015/16, mas o divórcio litigioso foi até às últimas consequências e, como (quase) sempre, não foi simpático para nenhuma das partes. Os caminhos foram opostos e comprovaram, à sua maneira, que o jogo é antigo e não poupa ninguém: quem ganhou, ganhou e usou-se disso, quem perdeu, há de ter mais cartas para dar. A verdade é que quem tudo tem, tudo perde e foi isso mesmo que sucedeu ao B SAD, que foi e vai resistindo a todas as contrariedades enfrentadas desde o desquite.
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