Lopes de Castro: «Gastámos o dinheiro do sinal»

O elenco directivo de Lopes de Castro será amanhã sufragado em acto eleitoral para o triénio 2007/09, continuando o presidente a defender a engenharia financeira delineada para a construção do novo estádio.

Até 24 de Março terão se ser indicados à empresa DDC os terrenos onde a infra-estrutura será erigida, sob pena de serem exigidos os 2,9 milhões de sinal já adiantados, acrescidos de 4% de juros.

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“Nós gastámos o dinheiro do sinal mas, num cenário catastrófico, há soluções. Se a DCC disser que quer o dinheiro, pedimos à empresa para esperar e vamos ao mercado procurar outro comprador para este negócio”, refere Lopes de Castro em entrevista ao “Póvoa Semanário”.

Criticando a oposição e defendendo o trabalho do seu executivo, o presidente varzinista continua a lamentar erros do passado. “Inventaram ‘offshores’ como se de um Benfica se tratasse. Falo no Benfica porque o denominador comum era o sr. Paulo Barbosa, que armou barraca com as ‘offshores’ do Benfica e do Varzim. O Fisco obrigou a que pagássemos centenas de milhar de euros de tributação autónoma porque inventámos empresas e isso não é aceite pelas Finanças”, frisa.

Ensaio

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O Varzim fez ontem à tarde um ensaio para o jogo da Taça, contra o Sertanense, perdendo (0-1) em Ribeirão. Emanuel faltou por estar com gripe e Nuno Gomes esteve condicionado. Marco Cláudio parte segunda-feira para a China, para onde voltaram os dois chineses que se treinaram na Póvoa.

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