Olhanense e Varzim terão perdido ontem as esperanças de chegar à Liga, com o empate final a comprometer as ambições das duas equipas, de nada valendo aos algarvios uma entrada fulgurante no jogo e o domínio territorial exercido durante largos períodos.
Os primeiros minutos foram marcados por uma pressão avassaladora da turma de Olhão, que marcou 1 golo – excelente passe de Vasco Matos para Jorge Vidigal e cruzamento correspondido por Faria, de cabeça – e poderia ter conseguido outro, com Moses e Faria, em situação privilegiada, a desentenderem-se.
Aos poucos, porém, o Varzim equilibrou as operações e Pedrinho rematou a um poste e Cícero ligeiramente ao lado, com Moses a ter, também, uma perdida, numa fase interessante do jogo.
No segundo tempo, o Olhanense procurou controlar o jogo e conseguiu-o durante largo período: até Sérgio Marquês derrubar Mendonça na área e Cícero converter a grande penalidade, os varzinistas não haviam criado uma única ocasião de perigo e a partida desenrolara-se quase em exclusivo no miolo do terreno.
O empate levou o Olhanense a adiantar as suas linhas e a criar várias ocasiões para chegar à vitória, embora, em contra-ataque, o Varzim dispusesse, também, de uma situação clara de golo: Nuno Ribeiro acertou na barra.
Boa arbitragem.