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Fransérgio foi convidado da ESPN Brasil para uma conversa na qual o capitão do Sp. Braga falou sobre vários temas da carreira, mas foi também questionado relativamente a três treinadores: Rúben Amorim, Jorge Jesus e Abel Ferreira.
Sobre Amorim, que o orientou nos arsenalistas, o médio brasileiro não tem dúvidas de que o treinador do Sporting será "um dos melhores no futuro". E explica porquê. "Se pegares nos dados GPS do treino do Rúben, vê-se que são 8 a 10 quilómetros. Num jogo, o máximo que se corre são 12. Então um treino dele é um jogo", afirma Fransérgio. "O Sporting estava a jogar de domingo a domingo, praticamente. Ele tinha 5 ou 6 sessões de treino que eram um jogo por dia. Por isso mesmo voou bem e está de parabéns pela campanha que fez. Não é fácil, depois de 18 anos, e num campeonato que tem FC Porto, Benfica e Sp. Braga", acrescentou o médio brasileiro.
Relativamente a Jorge Jesus e o Benfica, Fransérgio assume que "é complicado" falar da época das águias. "Quando se fala do Benfica fala-se no investimento de 100 milhões de euros que foi feito. Não conseguiu entrada direta na Champions, não ganhou a Taça da Liga nem a Taça de Portugal. Um clube que investe 100 milhões e não ganha nada é complicado", justifica, mas acredita que, em 2021/22, Jorge Jesus poderá ter sucesso. "O Benfica é um dos clubes mais populares de Portugal. Tenho a certeza que na próxima época, com Jorge Jesus a treinar e tendo os reforços que pede, será diferente", atira.
No que a Abel Ferreira diz respeito, Fransérgio diz que o atual treinador do Palmeiras "não é um treinador, é um estudioso da bola". "Já lhe disse isto pessoalmente. Muitas vezes eu mastigo e dou à boca do meu filho. Ele fazia isso. Pegava na equipa adversária, estudava e passava-nos tudo. 'Vamos entrar por aqui, vamos fazer isto e aquilo'. E não fugia daquilo, perdendo, ganhando ou goleando", revela Fransérgio.
O médio falou também do Sp. Braga e de Carlos Carvalhal. "Estou feliz aqui e quero continuar por muito tempo", disse o médio, que deixou elogios a Carvalhal: "É um ‘paizão’. Tem uma grande ligação à cidade, foi muito bom conquistar o que conquistámos com ele."
A fechar, Fransérgio, que está em Portugal desde 2013, assume que "gostaria de terminar" a passagem pelo futebol luso no Marítimo. "Foi o clube que me abriu as portas. Sou adepto do Marítimo. Depois, gostaria de jogar no Brasil. Vou fazer 31 anos e na Europa com 34 não sou velho", justifica.
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