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O AVS SAD defronta este sábado o Arouca (18h00) com a ambição de conquistar os primeiros pontos do campeonato na condição de visitante. Vítor Campelos reconhece que o adversário irá complicar a missão, mas está otimista.
"O Arouca tem realizado épocas de grande nível. Este ano, os resultados ainda não refletem a verdadeira qualidade do plantel, mesmo com as muitas alterações que a equipa sofreu, tanto a nível de jogadores como de equipa técnica. Para nós, é mais uma oportunidade para pontuar fora e queremos muito conquistar pontos fora de casa. Sabemos que vai ser um jogo competitivo, como todos os deste campeonato, mas estamos preparados e confiantes naquilo que podemos fazer."
Existem algumas baixas importantes, como o Piazon e o Baptiste. Como é que isso condiciona a sua abordagem ao jogo?
"Gostaríamos de ter o plantel completo para poder utilizar todos os jogadores, se assim o entendermos. Não é apenas o Piazon e o Baptiste que estão de fora. Também temos o Nenê, que está lesionado há mais tempo. No entanto, tenho a certeza de que os jogadores que vão ocupar essas posições vão dar uma boa resposta. É também uma oportunidade para eles demonstrarem que têm qualidade e valor. Se fazem parte do plantel, é porque estão capacitados para responder bem sempre que forem chamados. Tenho confiança total e plena nos jogadores que vão estar em campo."
Sem querer revelar a tática, quais são as maiores ameaças que identifica no Arouca?
"O Arouca é uma equipa com muita qualidade e que apresenta uma identidade própria, fruto do trabalho do seu treinador. Ainda assim, conseguimos identificar algumas fragilidades que vamos procurar explorar durante o jogo."
Já encontrou uma explicação para o último jogo com o Farense? Tendo em conta as opções que o Arouca apresenta, como espera transformar esta partida num jogo favorável para conseguir conquistar os primeiros pontos fora?
"Apesar de não termos ganho, que era o nosso objetivo, fizemos um jogo que controlámos do início ao fim. Até agora, em nossa casa, não tínhamos encontrado um adversário que se tivesse apresentado com um bloco tão baixo. As outras equipas vieram jogar o jogo pelo jogo, enquanto o Farense optou por uma postura muito mais defensiva. Ainda assim, criámos algumas oportunidades, não tantas como gostaríamos, mas temos de dar valor ao adversário. Por isso, se uma daquelas oportunidades tivesse entrado, talvez estivéssemos a dizer que fizemos um bom jogo, porque controlámos desde o início até ao fim. Como é óbvio, queremos criar mais oportunidades e situações de golo, mas também temos de reconhecer o mérito do adversário. No caso do Farense, ao contrário dos outros jogos que tivemos em casa, foi uma equipa que se apresentou muito fechada e a jogar claramente para o ponto."
O que falta ao Vasco Lopes para ser uma aposta inicial?
"O Vasco Lopes é um jogador como qualquer outro no plantel. Tem trabalhado muito bem e sabemos da gravidade da lesão que teve e do tempo que demorou a recuperar. Ele próprio tem mostrado grande dedicação, muitas vezes pedindo para treinar em horários extra, quando os outros apenas têm treino de manhã. Isso é um sinal claro do seu compromisso com a equipa. Quando chegar o momento certo, ele terá a sua oportunidade, seja amanhã ou mais à frente. Está a trabalhar bem e merece a oportunidade."
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