António Bastos Lopes, figura da linha defensiva das águias nas décadas de 1970 e 1980, e António Silva, atual titular nos encarnados, protagonizaram uma conversa no 5.º episódio do Mística a Dois, tendo como pano de fundo os 100 jogos oficiais do mais jovem pelo clube. Lançado na equipa principal a 27 de agosto de 2022, António Silva não mais parou de crescer até se tornar no jogador mais novo, deste século, a completar 100 jogos oficiais pelas águias, com dois títulos (Campeonato Nacional e Supertaça), golos e exibições marcantes nos grandes palcos, e ainda presenças no Mundial 2022 e no Europeu 2024 pela Seleção Nacional.
Orgulhoso pelo marco alcançado no passado sábado, na vitória (5-1) sobre o Gil Vicente, o central formado no Seixal aborda no conteúdo da BPlay um presente marcado pelo "futebol ofensivo e atrativo" de Bruno Lage e projetou um futuro que antevê risonho: "Queremos sempre ter um nome na história do Benfica. Aquilo que eu ambiciono é títulos e, neste momento, tenho dois e claramente que ambiciono ter mais. Mas nós, enquanto equipa, sabemos que o clube vive de títulos, os adeptos vivem de títulos e é isso que vamos tentar passar para as pessoas. Sem nos exaltarmos muito, a pensar sempre naquilo que é o próximo jogo e, passo a passo, acho que vamos conseguir conquistar coisas bonitas."
Questionado como sente o grupo neste momento, António Silva mostrou-se confiante. "Acho que o grupo está a caminhar bem. Acho que a equipa está bastante equilibrada, estamos unidos. Começo a sentir que os jogadores estrangeiros também sentem aquilo que é preciso para estar no Benfica, o saber estar. Principalmente também quando entram no estádio e veem aquela multidão de pessoas a apoiá-los… E acho que estamos todos a remar para o mesmo lado. O míster [Bruno Lage] também nos passa muito aquilo que são os valores do clube e acho que estamos todos juntos para conquistar grandes coisas pelo Benfica neste ano", afirmou o camisola 4.
Sobre a mentalidade e o ambiente que se vive no balneário da equipa, António Silva garante ser "de muita felicidade e de muita alegria". "E acho que isso está-se a transportar para aquilo que é o campo, mas temos de continuar a trabalhar porque foram apenas alguns jogos. E, como sabemos, para conquistar grandes coisas é preciso uma consistência grande de resultados e é isso que vamos tentar fazer. Mas pensando sempre naquilo que é o próximo jogo e não naquilo que vem mais para a frente", explicou.
De seguida, António Bastos Lopes quis saber o que o treinador pede ao central. "Naquilo que é o modelo do míster, um central moderno acho que é muito importante. Mas acima de tudo a equipa, como um todo, num futebol ofensivo que as pessoas gostem daquilo que veem. Com muitos golos, se possível, e sempre tentar que a nossa baliza esteja a zeros", referiu, salientando que se revê nessa forma de ver o futebol. "Sim, sem dúvida! Eu já tinha visto na última passagem em que o míster esteve aqui. O futebol que era praticado. O sistema é também o que eu gosto de jogar, sempre fui habituado a jogar assim na formação também. E é isso. Um futebol ofensivo é aquilo que todos os jogadores gostam. Atrativo, que joguemos muito perto uns dos outros, com capacidade de nos associarmos entre nós. E depois partimos para aquilo que é o último terço e que culmine sempre com golos, que é o que nós queremos", sublinhou.
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