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A SAD do Benfica requereu a abertura de instrução do processo 'e-toupeira', segundo documento a que a Record teve acesso, alegando que a acusação do Ministério Público (MP) é infundada e que terá de cair nesta fase.
O requerimento de abertura de instrução (RAI) - fase facultativa em que um juiz decide se o processo segue para julgamento - foi entregue hoje no Tribunal da Comarca de Lisboa e assenta em três pontos essenciais, nomeadamente o desconhecimento dos factos imputados ao seu antigo assessor jurídico Paulo Gonçalves e restantes dois arguidos, ambos funcionários judiciais.
A defesa alega "total desconhecimento da Benfica SAD dos factos imputados e inexistência de qualquer intervenção ou atuação ou omissão relevantes da Benfica SAD nas matérias tratadas". A sociedade que gere o futebol profissional encarnado aponta ainda "a total ausência de elementos probatórios que liguem a Benfica SAD às atuações descritas na acusação" e a "total omissão de narração de factos concretos na acusação que permitam imputar a prática de qualquer crime à Benfica SAD, havendo ainda contradições na própria acusação".
Os 3 pontos principais do requerimento, segundo o Benfica:
- "O total desconhecimento da Benfica SAD dos factos imputados e inexistência de qualquer intervenção ou actuação ou omissão relevantes da Benfica SAD nas matérias tratadas pelo processo;
- A total ausência de elementos probatórios que liguem a Benfica SAD às actuações descritas na Acusação;
-Total omissão de narração de factos concretos na Acusação que permitam imputar a prática de qualquer crime à
Benfica SAD, havendo ainda contradições na própria acusação."
A SAD do Benfica está acusada de 30 crimes no processo 'e-toupeira' e o seu assessor jurídico Paulo Gonçalves de 79 crimes. O MP acusou a SAD do Benfica de um crime de corrupção ativa, de um crime de oferta ou recebimento indevido de vantagem e de 29 crimes de falsidade informática.
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