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Bruno Costa Carvalho, assumido candidato à presidência do Benfica, explicou esta sexta-feira a sua forma de pensamento sobre os critérios por que devem passar a escolha de um treinador por parte do clube da Luz.
"Escolher um treinador não é uma seleção entre nomes famosos. Tem que haver uma ideia do que se quer exatamente antes de escolher o nome", referiu através da conta de Facebook, sublinhando que "não faz sentido nenhum o Benfica andar a auscultar vários treinadores com ideias de jogo tão diferentes".
Leia a mensagem na integra:
"Escolher um treinador não é uma selecção entre nomes famosos. Tem que haver uma ideia do que se quer exactamente antes de escolher o nome.
Bem sei que não se pode confiar em tudo o que vem nos jornais, mas não faz sentido nenhum o Benfica andar a auscultar vários treinadores com ideias de jogo tão diferentes.
É um absurdo e mostra alguma deriva que não seria de esperar para quem está há tanto tempo à frente do clube.
É para evitar escolhas aleatórias e populistas que eu defendo a necessidade do Benfica ter ideias muito claras para o futebol e que sejam alicerçadas nas funções de um Director Desportivo de qualidade mundial.
Foi por isso que eu defini, claramente, as funções que quero que o Sr. Sven-Göran Eriksson desempenhe no Benfica e que descrevi num texto do qual deixo aqui um breve trecho para se perceber como é que a escolha de um treinador deve encaixar numa filosofia desportiva do clube e não o inverso:
"O Director Desportivo deverá ser o responsável pela definição, a montante, de um projecto futebolístico, com objectivos absolutamente definidos, com uma ideia/modelo de jogo também completamente definidos e articulados com a filosofia, estratégia do clube, e sua situação económica, fazendo a ponte com o projecto formativo.
Cabe ao Director Desportivo delimitar um perfil de treinador, bem como perfis de jogadores (nas várias posições). Aqui a ligação com o scouting torna-se óbvia - não tanto com o treinador, porque esse pode não estar presente a médio prazo.
No entanto, isso é compensado com o facto de, estando definido o perfil de treinador, mesmo que o clube o substitua, os riscos de disrupção e desenquadramento na escolha de jogadores serão mínimos.
Passando do genérico para o específico da realidade do Sport Lisboa e Benfica, parece razoável e pacífico assumir-se que o clube deverá adoptar um modelo de jogo assente num futebol ofensivo, de posse, criativo e dominador, sobretudo ao nível daquilo que é o contexto interno. É, também, fundamental garantir desempenhos com grandes índices competitivos a nível internacional. "
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