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Catió Baldé foi acusado de corrupção passiva por ter pagado mais de 20 mil euros a um funcionário da embaixada portuguesa na Guiné-Bissau, de modo a que este conseguisse um visto para atletas que queriam prestar provas no Benfica.
Esta acusação do Ministério Público, a que a revista 'Sábado' teve acesso, relata acontecimentos de fevereiro de 2014, quando a embaixada de Portugal na Guiné-Bissau negou o pedido de vistos de entrada em território nacional a três jovens futebolistas.
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As outras futebolista que querem continuar naquele país foram transferidas "de imediato" para outro local a fim de garantir a sua segurança.
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