O Conselho de Disciplina da FPF ordenou o arquivamento do processo disciplinar envolvendo o agente João Carlos Pinheiro Paula. Instaurado a 19 de janeiro de 2024, o referido processo investigou um contacto telefónico do telemóvel do agente para o guarda-redes Cássio, então no Rio Ave, três dias antes do jogo com o Benfica a contar para 32ª jornada do campeonato de 2016/17 (triunfo do Benfica, por 1-0, graças ao golo de Jiménez). O mesmo jogador que na época anterior tinha sido contactado por César Boaventura para cometer um penálti no jogo com o Benfica.
No acórdão é referido que Cássio declarou que "apenas recebeu um telefonema de alguém com sotaque brasileiro, que se identificou como João Carlos, agente FIFA, chamada telefónica que não terá durado mais do que 15 segundos". "Acontece que no referido telefonema, para além de uma referência a uma conversa ocorrida na época anterior em que tinha existido uma tentativa de aliciamento do jogador para facilitar a vitória do Benfica no jogo que iria realizar contra a sua equipa, promovida por outro agente desportivo, acabou por não ter sido feito qualquer pedido ou oferta concreta", acrescenta o documento.
Depois de confirmar que o referido telefonema foi efetuado de um número registado em nome de João Carlos Pinheiro Paula, o acórdão explica "não existir nenhuma prova concreta de que o telefonema tenha sido concretizado pelo arguido, sequer, que, caso tenha sido feito por outra pessoa, que tal tenha sucedido com o seu conhecimento ou no seu interesse". Quanto ao antigo guardião do Rio Ave, garantiu que no telefonema que recebeu do denominado João Carlos, "com uma duração muito curta, não existiu qualquer pedido, proposta ou oferta concreta", pelo que ficou decidido que "nada mais existe que possa suportar uma acusação".
"Sem fundamentos que justifiquem a prossecução dos autos", o CD decidiu então pelo arquivamento do processo disciplinar.
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