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A Capital Criativo, empresa que tem como sócio Nuno Gaioso Ribeiro, vice-presidente do Benfica, e que é detentora de um fundo onde foi colocada uma parte da dívida ao Novo Banco, superior a 400 milhões de euros, da Promovalor, de Luís Filipe Veira, passou a designar-se C2 Capital Partners. No dia em que se fez a mudança da marca, Gonçalo Gil Mata, sócio da empresa, explicou essa operação.
"O que foi incluído num dos nossos fundos alternativos foi uma parte dos ativos turísticos e imobiliários pertencentes à Promovalor. Existem ativos que precisam de ser desenvolvidos [terrenos em Lisboa e Algarve], outros ativos estão já em exploração [edifício de escritórios em Moçambique e Hotel no Brasil, embora este tenha encerrado], outros poderão ser alienados se existirem condições de mercado. Este fundo foi constituído com toda a transparência e tem prosseguido atividade com independência", vincou ao ‘Dinheiro Vivo’, tendo realçado que não houve "nenhum tipo de solicitação ou contacto, por parte de nenhuma autoridade".
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