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Têm sido inúmeras as entrevistas nas quais Enzo Fernández tem falado da sua passagem pelo Benfica e, esta segunda-feira, vésperas de defrontar o Real Madrid com o 'seu' Chelsea (quarta-feira, às 20 horas), o argentino voltou ao tema numa entrevista aos meios da UEFA, não poupando elogios a Roger Schmidt.
"Foi muito bom [jogar no Benfica]. Quando estava no River Plate foram-me apresentadas duas opções além do Benfica, mas nunca duvidei da minha decisão de ir para lá. É um clube muito grande cujo objetivo é ajudar-te a continuar a evoluir e a crescer. Tive a sorte de ter um grande treinador em Roger [Schmidt], e o seu staff. São todos ótimas pessoas, para ser honesto, assim como a equipa com a qual joguei. Não me posso queixar de pessoas tão boas. Acredito que a minha passagem pelo Benfica foi fundamental para continuar a progredir e a crescer, como já disse. O Benfica abriu-me as portas da Europa e estarei sempre grato por isso", afirmou o médio.
Quanto à mudança para o Chelsea, Enzo não escondeu o que o aliciou: "O projeto de longo-prazo foi um dos fatores para vir. Sempre sonhei em jogar na Premier League. O Chelsea mostrou interesse em mim ainda antes do Mundial'2022. Se Deus quiser, tudo vai acabar bem e vou lutar para vencer tudo e todos. Cheguei a um grande clube, que lutou sempre por troféus e que conquistou duas Ligas dos Campeões em pouquíssimo tempo. Agora que estou aqui, percebi o quão grande é este clube. E era isso que queria e o que o clube queria".
E prosseguiu: "A adaptação demora sempre algum tempo. Fui um dos dez novos jogadores que chegaram [durante o inverno]. É complicado quando há vários idiomas, por isso no início é difícil haver ligação com os companheiros de equipa. Mas com o passar do tempo, começamos a conhecer melhor os nossos colegas e tudo vai melhorando com o tempo. Se estabeleci uma ligação com Kai Havertz e João Félix? Temos essa ligação também fora dos relvados. Mas temos muitos bons jogadores. Todos os nossos avançados são de classe e têm qualidade, por isso todos podem jogar ao mais alto nível.
O médio dos blues abordou ainda a conquista do Mundial'2022 com a Argentina: "A minha família e amigos estavam nas bancadas e vê-los chorar significou muito para mim. Fiquei feliz, por todo o sacrifício que fizemos, porque ficar quase um mês trancado, passar o tempo todo junto, não ter contacto com a família... É o Mundial, vives de uma maneira diferente, mas foi emocionante ter vencido."
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