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Fernando Tavares e as declarações de Rui Costa: «Fragilizam a mensagem de confiança no treinador»

Fernando Tavares, em entrevista a Record
• Foto: Pedro Ferreira

Fernando Tavares comentou esta sexta-feira as sobre o momento da equipa, feitas quinta-feira na Assembleia da República à margem da reunião com Pedro Pinto (Chega).

"As declarações de Rui Costa sobre a continuidade de José Mourinho acabam por revelar um problema essencial de comunicação num momento que exigia precisamente o contrário: clareza e reforço inequívoco da liderança técnica. Ao afirmar que “ninguém é imune a nada no Benfica”, Rui Costa introduz uma nota de incerteza que colide com a necessidade de estabilidade. Mesmo que a intenção tenha sido transmitir exigência interna e responsabilidade transversal, o efeito público é outro: fragiliza a mensagem de confiança no treinador", começa por referir numa publicação no Instagram.

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O antigo vice-presidente do Benfica considera que a "posição institucional deve ser sólida e alinhada" e frisa. "Se o objetivo era garantir a continuidade de José Mourinho, então a comunicação deveria ter sido direta, sem reservas nem ambiguidades. Ao abrir essa exceção, ainda que em abstrato, cria-se ruído onde devia existir apenas segurança."

Fernando Tavares considera que "mais do que o conteúdo isolado da frase, é o timing que levanta questões" e que a "introdução de uma ideia de 'não imunidade' acaba por ser contraproducente.

"Exigência e estabilidade não são incompatíveis, mas devem ser comunicadas com precisão. Neste caso, a intenção pode ter sido uma. O impacto acabou por ser outro, mantendo os meios a debater alternativas: Amorim, Peixoto, Marco Silva, Gattuso…hoje quem será? Para além disso José Mourinho não é mais um. As avaliações fazem-se no fim", termina.

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Por Record
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