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O governador de Rosário lamentou a decisão de Di María em não voltar à cidade natal por questões de segurança, considerando que o avançado do Benfica terá de certa forma exagerado. Na sua abordagem, Maximiliano Pullaro diz que há protocolos previstos de segurança, mas que nada garante em absoluto a segurança... e deu como exemplo a recente tentativa de assassinato de Donald Trump.
"Podemos ser ameaçados, mas sabemos que se cumprirmos o protocolo de segurança que estabelece o Ministério da Segurança as nossas condições de proteção vão ser cumpridas. Há que aceitar o protocolo, não vais ter a mesma vida ao ser uma pessoa conhecida ou que pode ser vítima da tensão, no caso dos adeptos", começou por dizer o governador, ao Canal 3.
"É doloroso que uma pessoa não queria voltar por uma questão de segurança, mas há que saber que os protocolos estão em vigor para garantir a segurança das personalidades públicas", disse, antes de lembrar a situação de Trump, que mostra ser "muito difícil prevenir" certas situações. "Nos Estados Unidos quase assassinam um presidente. Vejam o que sucedeu em Madrid ou em Israel. Há situações que não se podem prevenir em nenhum lugar do mundo".
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As outras futebolista que querem continuar naquele país foram transferidas "de imediato" para outro local a fim de garantir a sua segurança.
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