Um dos temas que estará em discussão, amanhã, na AG do Benfica, é a possibilidade de os órgãos sociais dos encarnados poderem vir a ser remunerados, uma medida que Jaime Antunes considera ser essencial no universo benfiquista e que traz muitas vantagens.
"Estes estatutos reforçam o poder do sócios, enquanto donos do clube. Com estes estaututos, o Benfica tem de ser a maioria da SAD e qualquer direção que quiser alterar isto, terá de mudar os estatutos. E só poderá mudar os estatutos se os sócios o autorizarem. Os sócios são sempre os últimos a ter a capacidade de decisão. Estes são uns estatutos que preparam o Benfica para a modernidade. Há uma alteração cultural do Benfica, a possibilidade de remuneração dos órgãos sociais e da direção. Não é possível continuar com um modelo destes. Um modelo destes, em que as pessoas não podem ser remuneradas, faz com que muitos sócios que gostariam de ser dirigentes do Benfica não o possam fazer devido à sua vida pessoal, profissional, pois as pessoas têm de ganhar dinheiro para viver. Vir para o Benfica, uma organização com a dimensão que temos, um grupo empresarial que num ano normal fatura próximo de 300 milhões de euros de euros, não se compadece de pessoas a trabalhar por amor. Isso é insustentável no prazo", anotou o vice-presidente das águias, ao canal do clube, explicando ainda a forma como será ajustada a remuneração:
"Isso vai alargar a possibilidade de diferentes sócios se poderem candidatar no futuro. Acho que é muito importante abrir esta possibilidade. E existe uma comissão de remunerações que é eleita pelos sócios e irá definir o tipo de remunerações que irá fazer na direção. Com as remunerações dos órgãos sociais não se pode gastar mais de 0,5 por cento da faturação consolidada do grupo do ano anterior. É a forma de se criar um travão para que um dia não apareça alguém com uma lógica despesista e irresponsável. São uns estatutos que permitem ajustar a constituição do Benfica aos nossos tempos. O mundo mudou muito nos últimos anos".
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