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O médio Miguel Figueiredo, um dos 9 jogadores do Benfica que ajudaram a seleção sub-17 a conquistar o Mundial e com quem o Benfica pretende renovar contrato, garante lidar bem com os dias menos positivos e considera que jogar num grande não implique uma pressão acrescida.
"Tento meter na cabeça que dias maus vão sempre acontecer. Independentemente da pessoa que for, toda a gente tem dias maus, toda a gente é humano, toda a gente vai errar. Tento abstrair-me um bocado, penso nos meus erros para melhorar e no dia a seguir voltar a trabalhar para tentar reduzir o número de erros", afirmou à BTV, acrescentando: "Não considero que jogar no Benfica seja uma pressão. Considero que é um privilégio estar aqui, poder representar este clube, dar sempre o meu melhor. Para mim, é um privilégio sempre que visto esta camisola."
O jovem natural de Aveiro, de 17 anos, foi promovido à equipa B, onde já fez 12 jogos sob as ordens de Nélson Veríssimo. "É um míster que já tem experiência de equipa A e de Champions League. Tem outro conhecimento que nós não temos, que nós chamamos as manhas, que temos de melhorar, porque ainda somos muito novos, ainda estamos um bocado... pelo menos eu estou um bocado fora disso, como primeira época, e ajuda muito na nossa evolução e naquilo que é a maturidade que temos em campo", referiu.
Apesar de garantir que prefere "viver o presente", Miguel Figueiredo admite que tem uma meta bem definida. "O meu primeiro sonho vai ser sempre estrear-me na equipa principal, vestir a camisola do Benfica no Estádio da Luz. Claro que gostava de assumir a titularidade e ganhar um campeonato pelo Benfica", frisou o jovem, que gostava de trocar de camisola com Cristiano Ronaldo, aprecia cozinhar massas e carne (apesar de o prato preferido ser a massa preta com camarão que o pai faz) e destaca Burna Boy como o artista que mais gosta de ouvir.
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