Noronha Lopes diz que Vieira arrastou nome de Eusébio "para a lama": «Revelou o pior de si»

Noronha Lopes diz que Vieira arrastou nome de Eusébio "para a lama": «Revelou o pior de si»

João Noronha Lopes condenou de forma veemente a postura de Luís Filipe Vieira ao acusar o ex-presidente do Benfica de acusar, mentir e difamar nas duas presenças do ex-presidente do Benfica na CMTV e lamentou que Vieira tivesse tentado arrastar o nome de Eusébio "para a lama".

Durante a assembleia geral do clube, o ex-candidato à liderança das águias lembrou que Rui Costa nunca se afastou de "forma inequívoca" da herança do seu antecessor e sublinhou que o dirigente tem "uma nova oportunidade de romper definitivamente com o passado."

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"O senhor Vieira já nos tinha envergonhado com a sua presença na Assembleia da República, mas voltou a superar-se. Ao longo de várias horas, em duas noites celebradas pelos nossos rivais, o senhor Vieira atacou, difamou e mentiu. Colocou os seus interesses pessoais à frente dos interesses do clube. Mostrou mais uma vez que não olha a meios para proteger a sua imagem. Revelou, talvez sem se aperceber, o pior de si. Os benfiquistas não esquecerão o momento absolutamente repugnante em que o Sr. Vieira, tentou arrastar consigo para a lama o maior símbolo da instituição a que presidiu", afirmou.

Nessa medida, o empresário referiu que "se a intenção do Sr. Vieira era ajustar contas com o atual presidente, é lamentável que não tenha tido a coragem de o fazer numa AG, debatendo perante a família benfiquista."

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Depois, Noronha Lopes virou atenções para Rui Costa e para a necessidade do presidente em romper com o passado, lembrando aquilo que considera terem sido falhas do presidente na forma como tem sido gerida a mudança de liderança.

"O senhor teve várias ocasiões para se afastar de forma inequívoca da herança de Vieira. Não o fez com a determinação e com o alcance que as circunstâncias exigiam. Enquanto deixar que esta narrativa o controle, arrisca-se a que a realidade faça de si refém dum passado que não nos orgulha. Tem aqui, por isso, uma nova oportunidade de romper definitivamente com o passado. Com toda a legitimidade democrática de uma esmagadora maioria dos sócios que o escolheram há 8 meses", expressou.

Por Record
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