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Schjelderup é uma figura em destaque na Noruega por estes dias. Titular pela primeira vez na seleção do seu país, o extremo do Benfica até fez uma assistência para Haaland, na goleada por 5-0, frente à Moldávia. Neste contexto, o jogador é a figura de uma reportagem da 'TV2', canal local, que recuou às origens do jogador, que mostrou, desde cedo, a ambição de deixar as suas raízes - sem as esquecer - para singrar no futebol profissional. Foi com esse pensamento que Schjelderup, aos 13 anos, disse à mãe que ia deixar a cidade de Bodo mal fizesse 16 anos. E queria ir sozinho.
"Lembro-me disso. Sempre soube que para ser o melhor possível teria de deixar Bodo. Felizmente, correu bem. Não queria que os meus pais sacrificassem algo ou que desistissem de viver as suas vidas em Bodo. Sempre tive muito claro na minha cabeça que ia fazer as coisas por mim", referiu o jogador, agora com 20 anos.
Dito e feito. Aos 16 anos, Schjelderup rumou ao Nordsjaelland, da Dinamarca, depois de ter visitado clubes de topo como Tottenham, Barcelona, Bayern ou Juventus, o clube onde jogou um dos seus ídolos, Dybala. Agora que procura afirmar-se no Benfica, Schjelderup olha para trás com a convicção de que tomou a decisão certa.
"O que fiz tornou-me mais maduro. Fez com que crescesse mais rápido. Se tivesse vivido em Bodo até aos 20 anos, talvez não fosse a mesma pessoa", descreveu.
A mãe do jogador, Gro Anita Raedegard, também participa na reportagem e lembra-se bem do momento em que Schjelderup anunciou o seu plano para o final da adolescência. "Restavam 3 anos até ele fazer 16. Tive tempo para deixar a ideia amadurecer", recorda, sendo que Schjelderup faz questão de lembrar a importância dos pais. "Sem eles, não seria o que sou hoje", salientou.
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