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Varandas Fernandes: «Queremos que o Benfica seja livre e não prisioneiro de qualquer grupo»

• Foto: DR

O antigo vice-presidente do Benfica João Varandas Fernandes, está entre os apoiantes de Marco Galinha na candidatura à presidência do Benfica e esteve este sábado num almoço-convívio de benfiquistas na Asseiceira, a poucos quilómetros do Municipal de Rio Maior onde se irá disputar o Casa Pia-Benfica (18 horas).

"Não estamos contra ninguém nem desejamos mal a ninguém. Temos rivalidade com o Sporting, o FC Porto e outros clubes. Aqui, somos todos benfiquistas. O primeiro apelo que fazemos é esse: precisamos de união."

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Nesse sentido, Varandas Fernandes fez um ponto da situação em relação ao futuro das águias. "Os tempos mudaram, a gestão é diferente e exige transparência, governação séria. Temos de ter pessoas à altura para desempenhar o papel, com pessoas com experiência, história e que sejam ambiciosas no futuro, que sintam e vivam Benfica", frisou, referindo que o Benfica "precisa de união para vir a ser novamente um grande clube europeu."

De resto, Varandas Fernandes falou ainda dos novos estatutos. "Antes do 25 de abril o Benfica já era livre. Queremos que o Benfica seja livre, que não esteja prisioneiro de nenhum grupo; que seja um clube de todos e para todos, somos milhões em Portugal e pelo Mundo", disse o ex-dirigente dos encarnados aos adeptos presentes no local.

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Desta forma, o médico e ex-dirigente na altura da presidência de Luís Filipe Vieira, fez uma exigência. "A última AG foi há mais 30 dias, na qual foi anunciado que seria convocada uma nova AG em 30 dias. Assistimos a uma demora. Tivemos a palavra de honra de Rui Costa de que os estatutos são para aprovar já e estamos a ver. Isto não é o Benfica. Foi dito que era uma prioridade a revisão estatutária. Não aceito nem concebo que as próximas eleições se realizem com os estatutos antigos. Os novos estatutos são fundamentais para a viragem. Temos de ter a ambição de ser o maior clube europeu. Temos de ter a ambição de praticar a democraticidade. Os novos estatutos têm de ser rapidamente aprovados".

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Por Rita Pedroso
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