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O Famalicão defronta este domingo o Gil Vicente, em Barcelos (15h30), num jogo em que a equipa de Hugo Oliveira tem uma oportunidade para ultrapassar o adversário na classificação. Um objetivo que o treinador ambiciona alcançar, apesar de reconhecer as dificuldades que terá pela frente.
"Vamos ter um jogo com todos os condimentos para um grande espetáculo. Futebol à tarde, à hora que o povo gosta de ver, duas equipas que olham para a baliza adversária, futebol positivo, com ideias. É o culminar do futebol espetáculo. Dou os parabéns às equipas portuguesas na Europa, mas há muito futebol em Portugal para além do futebol dos grandes e amanhã será um exemplo disso. Está a ser uma época em que as equipas não consideradas grandes estão a mostrar competitividade. O facto de os grandes conquistarem os seus objetivos é reflexo da competitividade do futebol português. Por isso, amanhã será um jogo de tripla.”
Desafio competitivo e adversário: “Usamos todos os jogos como momentos de desafio, perante uma boa equipa. É forte, com muita qualidade e muita maturidade. O Gil Vicente tem um projeto sólido, à semelhança do Famalicão. São duas equipas que estão a fazer uma Liga muito positiva, mas será um jogo dividido, ligado aos detalhes e à qualidade dos jogadores. Vai ser um jogo difícil para o Gil Vicente e para o Famalicão, mas é isso que gostamos. Nunca viramos a cara aos desafios.”
Aspeto tático e influência dos jogadores: "São dois caminhos de jogo diferentes. Na primeira volta foi um jogo mais trancado e tático. Este acredito que será mais aberto, dividido nos vários momentos do jogo, mas depois os jogadores terão de aparecer. Há princípios táticos, há ideias dos treinadores. A Liga competitiva também é fruto da qualidade dos treinadores desta geração. É fundamental olharmos para as equipas, mas os jogadores são decisivos. Na essência de trazer coisas diferentes ao jogo, o talento faz a diferença. Nestes jogos, quando são táticos, os jogadores acabam por decidir. Amanhã será decisivo nesse sentido e será um bom espetáculo para o adepto. Temos de valorizar mais estes jogos.”
Sem saídas em janeiro: “É uma demonstração do que tem vindo a ser feito no projeto. Se olharmos para os meses de janeiro anteriores, é difícil encontrar um ano como este. Esta estabilidade só existe quando as coisas correm bem. Esta consolidação de quem lidera faz com que esta tranquilidade permita estar seguro num mês que normalmente é instável. Está quase a acabar, mas ainda muita coisa pode acontecer.”
Sobre a possível renovação: "Desfruto muito aqui. A procura do meu dia a dia é proporcionar essa felicidade onde estamos. Já passei por muitas coisas diferentes em outros clubes e países e encontrar a felicidade que tenho aqui no dia a dia não é fácil no futebol atual. É um indicador do que pode acontecer no futuro. Podemos ter novidades num futuro muito próximo.”
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