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O treinador do Famalicão, Hugo Oliveira, comentou a polémica troca de galhardetes entre o presidente do Sporting, Frederico Varandas e o homónimo do FC Porto, André Villas-Boas, referente atudo o que envolveu o recente clássico de andebol.
"Acho que não podemos dissociar o futebol da nossa sociedade, mas olhamos para isto e está visto que estamos a radicalizar alguns assuntos, determinadas opiniões e os seus intérpretes", começou por dizer Hugo Oliveira, durante a antevisão ao encontro com o FC Porto (sábado, 20h30, Estádio do Dragão).
"O que interessa no futebol é falar no golo, na grande defesa e nos grandes jogadores. Falo muito com o meu pai e com os meus filhos sobre isso e pergunto-lhes: 'o que nos fez apaixonar pelo futebol?' Foi o espetáculo, a emoção, o festejar de um golo no estádio ou em casa, ao lado de alguém. Aquilo que eu sinto é que estamos todos demasiado distraídos com o barulho e as luzes, e pouco com a essência do que realmente é o futebol", sublinhou ainda o técnico, realçando que é preciso "defender os clubes e os atletas": "Mas isto é para todos, tanto diretores, presidentes, clubes em si e comunicação social. O futebol move muito dinheiro, é um negócio mas não deixa de ser um desporto. E um desporto tem de ser sinónimos de um exemplo para a sociedade."
Nesse sentido, Hugo Oliveira partilhou ainda um pouco da sua experiência no Fulham, onde foi treinador-adjunto de Marco Silva. "Na mudança de Inglaterra para Portugal sentimos isso. Quantos de nós adeptos portugueses conhecemos os nomes e proprietários dos clubes ingleses? E dos jogadores? Vamos falar do futebol, do golo, da vitória, isso é que interessa", finalizou.
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