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No último ano e meio, Alberto Costa foi de Guimarães para Turim e, mais recentemente, para o Porto. Uma roda viva que, garante, o tornou mais preparado para os desafios que encontrou no FC Porto, sobretudo as vivências que teve quando representou o Vitória.
"No Vitória a pressão também é muito grande. Contextos diferentes, mas a pressão acaba por ser muito grande. Mas mais no FC Porto. Mais na rua, no Porto. Eu já experimentei essa pressão por parte dos adeptos quando te encontram na rua. Agora está a correr tudo bem. Quando já perdemos um jogo, às vezes dizem, mas nada de mais. Para já, tudo bom. Apesar de que em Guimarães também nunca tive episódios maus e andava muito na rua, andava mais na rua em Guimarães. Também era mais miúdo, às vezes vinha da escola ou assim", começou por explicar o lateral, comparando também a exigência que existe em ambos os clubes: "É sempre muito complicado separar as coisas, tanto a mim como aos outros. Claro que era portista, acho que é uma coisa inegável, mas com o tempo a sensação de estar no Vitória é diferente e começas a ganhar um amor e um carinho muito especial. O Vitória é um clube que ajuda muito a tentar perceber se tu tens ou não estaleca para chegar lá acima, porque o grau de exigência é enorme. O Vitória tem uma maneira de ser se calhar um bocadinho parecida, os seus adeptos, a sua exigência à do FC Porto."
Já na hora de escolher entre as cidades onde viveu, Alberto colocou Santo Tirso ainda à frente da Invicta, mas deixou uma revelação já em jeito de desejo para o futuro próximo. "O que mais gosto na cidade? Agora vem-me sempre à cabeça que só se fala em Aliados e é o que quero agora gostar mais, sinceramente", atirou, com a mira apontada a uma eventual festa do título nos próximos meses.
Apesar de tudo ter acontecido tão rápido na vida de Alberto Costa, a chegada ao FC Porto foi encarada com total naturalidade. "Dei um grande salto e aquele bichinho de sonho de miúdo, sentir-me realizado de ser campeão, de jogar pelo clube do coração e experienciar estas coisas todas... fixar-me mesmo também no campeonato português, porque ali no Vitória foi tudo muito rápido. Acho que essas coisas mesmo para o meu crescimento acho que acabou por ser o melhor. Sou uma pessoa que acredita que tudo tem uma razão e que as coisas aparecem nos momentos certos. Por isso tenho 100 por cento de certeza que estou a seguir o caminho certo", considerou o lateral, apontando agora baterias a outro objetivo que pretende realizar a breve trecho: "Além de sonho, diria que [a Seleção Nacional] é também um objetivo. Estou no FC Porto, sinto que estou no clube certo para chegar lá e vejo isso com bons olhos."
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