Para lá do seu futuro como putativo candidato à presidência do FC Porto, André Villas-Boas abordou, esta quinta-feira, a atualidade azul e branca, até porque, disse, "o FC Porto tem neste momento temas muito mais importantes para discutir sobre o seu futuro". E desde logo o técnico apontou ao atual... treinador dos dragões.
"Olhar para a sua sustentabilidade económica, para a renovação do seu treinador, que tarda em acontecer... Acho que o foco tem de estar nessa direção e não noutras direções. Os nossos inimigos são externos e não internos e nesta fase que não é de período eleitoral temos é de remar todos no mesmo sentido", afirmou, à margem do QSP Summit, indicando o timing no qual, entende, a renovação de Sérgio Conceição deveria ter acontecido: "A primeira coisa que gostava de ver resolvida, como adepto, era a renovação do treinador. Na minha opinião deveria ter renovado após o Inter, na Champions, ganhando ou perdendo o jogo. Porque assim o merece há largos anos e porque se assim fosse se calhar tínhamos evitado estes cenários de namoro, fruto da sua qualidade e da qualidade do seu trabalho. Acho que esta era uma pergunta que todos os portistas gostavam de ver respondida. Renovação de Sérgio Conceição para quando? Porque é que não avança? Será que o próprio não quer? Também não sei, porque não falo com ele. Como portista gostava de ter esse conforto em relação à construção do futuro com um treinador que tanto nos tem dado."
André Villas-Boas considerou ainda que pode ser decisivo entrar em 2023/24 com a conquista de um título, fazendo o paralelismo com a época em que treinou o FC Porto. "A próxima época eu gosto de a comparar com a de 2010, pois arranca com uma Supertaça contra o Benfica, campeão nacional. O FC Porto conquistou três troféus evidentemente, mas falhou o seu objetivo principal. A Supertaça pode ser, tal como em 2010, o sustento para uma grande época 2023/24", atirou.
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