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Conceição explica por que Evanilson foi suplente e assume: «Ao intervalo fiquei verdadeiramente aziado»

Conceição explica por que Evanilson foi suplente e assume: «Ao intervalo fiquei verdadeiramente aziado»

Sérgio Conceição mostrou-se naturalmente satisfeito pelo triunfo do FC Porto sobre o Antuérpia, por 4-1, mas assumiu que aquilo que viu na primeira parte pouco lhe agradou. Valeu a 'revolta' portista da segunda metade, alimentada pelo génio de Evanilson, um avançado que saltou do banco para resolver. Na análise ao jogo, o técnico começou por explicar o porquê do avançado ter apenas entrado no decurso da partida e explicou aquilo que este deu à equipa.

"É normal quem não vê os treinos não entender a estratégia definida. Mas temos de olhar para o adversário com o respeito que é merecido. Estamos a jogar na melhor prova de clubes do mundo e também temos de olhar para o que tem sido o percurso de alguns jogadores. E o Evanilson, se jogasse de início, não me ia dar tanto como entrando no jogo. Estava já definido assim. Não é porque ganhámos que não há nada retificar, há que fazer uma avaliação. Definimos muito mal o nosso momento na zona de pressão, deixámos o adversário confortável com bola e ele meteu-nos desconfortáveis com bola. Eram agressivos e condicionavam-nos na posse. Tivemos de retificar ao intervalo. O Evanilson é um jogador dentro do que queremos. Com bola dá essa capacidade na ligação, tem técnica para definir e concluir, sem bola é um jogador que pressiona da forma como gosto. Foi uma segunda parte mais à nossa imagem, com uma equipa muito perigosa a sair para o ataque, a criar problemas em ataque organizado. Fizemos quatro golos, podíamos ter feito ou ou outro, mas o resultado é justo", analisou, à DAZN.

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Questionado sobre aquilo que disse ao intervalo, Conceição assumiu o seu estado de espírito. "Fiquei verdadeiramente aziado. Porque não estávamos a fazer o que queríamos, permitimos muito ao adversário. A equipa estava desconfortável no jogo, retificámos uma ou outra situações, relembrámos algumas tarefas. E depois há uma coisa extrememente importante, que é a boa agressividade. A forma como pressionamos, como ferimos o adversário... Somos uma equipa nessa imagem, fomos capazes de fazer este tipo de jogo, nomeadamente na segunda parte"

Ganhar na Bélgica foi importante, mas o técnico não quer festejar já. "Sou cautebloso e devo sê-lo, não porque fica bem, mas porque temos um ou outro jogador tocado. Temos uma saída difícil no domingo, com o Vizela. Isto não dá para pensar em qualificação. A seu tempo falaremos dessa possibilidade, mas não há nada conseguido. São só 3 pontos importantes".

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Por Record
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