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São traficantes de droga e ameaçaram polícias. Fizeram-no ao telefone, quando perceberam que podiam ser escutados. Diziam os nomes deles, um a um, sem pudor: “Ó E., cabelos de uma p***.” Ou: “R., careca de m****, seu ruca paneleiro.” As ameaças eram todas dirigidas a alvos precisos: “E tu, ó T., se estiveres a ouvir, ó corno do c******, cabeça de um búfalo....” “E para vocês que estão aí a ouvir, nós sabemos quem são as vossas famílias, não mexam com a nossa”, podia ouvir-se noutra conversa, transcrita pela PSP, na operação que levou à prisão preventiva de seis homens suspeitos de traficarem droga no Bairro do Cerco, no Porto.
Os alvos dos ataques eram elementos da Divisão de Investigação Criminal da PSP do Porto e as conversas eram despudoradas: achavam-se intocáveis. A maioria já era velha conhecida da polícia e acreditava na impunidade. Leia o artigo na íntegra no Correio da Manhã.
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