Vasco Botelho da Costa projetou, na tarde desta quinta-feira, o encontro com o AVS SAD. A partida da 17ª jornada da Liga realiza-se no sábado, pelas 20h30, na vila das Aves. A conferência aconteceu após o primeiro treino de 2026, no relvado do Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas, após um treino aberto aos adeptos.
Que dificuldades pode trazer este jogo com o AVS SAD?
"Primeiro de tudo, gostava de desejar um bom ano a todos vocês e aos adeptos do Moreirense. Foi uma pausa que nos fez bem depois um ciclo muito intenso com três das equipas mais fortes do campeonato. A nível exibicional a equipa não baixou significativamente, foi mais nos resultados. Queremos ao máximo voltar às vitórias. Não é fácil de avaliar o que o AVS pode fazer com o novo treinador, até porque o jogo no Dragão não serve de exemplo para o que podemos encontrar. O AVS SAD pode vir moralizado depois da vitória na Taça. Este boost de energia vai dar motivação para tentarem dar a volta, ainda para mais num dérbi. Já descansamos a cabeça, fez bem a toda a gente. Estamos preocupados com o nosso jogo e com o que temos de nos preocupar. Mantendo a nossa identidade vamos estar perto de regressar às vitórias".
Que diferenças observa no AVS SAD, que vai no terceiro treinador?
"Acima de tudo houve mudanças no plantel, a equipa está mais estável mesmo com as mudanças de treinador. Olhamos para a motivação, de ser uma equipa que está unida, que acredita muito mais, esquecendo um pouco o que é a classificação. É uma equipa perigosíssima, que nos vai obrigar a estar muito alerta porque tem recursos para isso. Trabalhamos sobre isso, focando-nos mais em nós".
O que espera que possa trazer o mercado de Inverno?
"Não se trata de lacunas. Olhamos para o mercado com o objetivo de melhorar. Num projeto como o do Moreirense, há sempre espaço para sermos melhores, temos de ir de encontro À expectativa de alguns jogadores. Por isso, haverá situações para dentro e fora, queremos dotar o grupo de mais e melhores armas para sermos o que queremos ser. Nada muito claro, porque umas situações dependem das outras. Quem tem essa responsabilidade tem esse trabalho".
Este ciclo até ao final da primeira volta é mais propício para pontuar?
"Não posso olhar assim. O Gil Vicente foi jogar a este mesmo estádio e teve dificuldades. Olho para esta fase como jogos diferentes, com caraterísticas diferentes, não são mais fáceis ou difíceis. Há jogos em que o nosso maior desafio é mais tático, noutros é físico, noutro é motivacional. O que nos propusemos desde o início é criar condições para ganhar a qualquer adversário. O que nós queremos é melhorar, faltam estas duas equipas, primeiro o AVS, a quem queremos ganhar".
O que representou este treino aberto?
"É muito simbólico. Neste dia a dia que é muito intenso, que somos mais famílias uns dos outros do que das nossas famílias, às vezes não temos noção de que jogamos para os adeptos. Quero que eles se identifiquem connosco. A possibilidade de lhes abrir as portas mereceu um sim instantâneo porque têm sido importantes para nós. O número de adeptos no apoio à nossa equipa vai crescendo, por isso apelo a que estejam connosco na vila das Aves porque é para eles que nós jogamos".
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