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Defesa frágil justifica pior série de derrotas

• Foto: Hélder Santos

Após a paragem da Liga, Alexandre Santos mostrou-se optimista quanto ao assimilar das suas ideias por parte do plantel do Nacional. Mas o resultado em Vila do Conde, frente ao Rio Ave, não mudou o rumo dos acontecimentos. Nova derrota, numa série de seis consecutivas, e mais três golos sofridos, num total de 10 sob a sua liderança técnica: Alverca (3), Famalicão (4) e Rio Ave (3).

Os alvinegros são mesmo a pior defesa da principal competição portuguesa, com 18 golos sofridos. Uma defesa muito frágil, num coletivo que em termos defensivos também não tem funcionado, apesar de Alexandre Santos já ter mudado algumas escolhas ao nível do seu onze. Nos últimos anos, após o regresso à 1ª Liga, à oitava jornada o Nacional sofreu 14 golos na temporada de 2024/25, enquanto na época de 2025/26 o número subiu para 15.

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Alexandre Santos tem sentido muitos problemas, pois o setor defensivo tem tido vários jogadores ausentes por lesão: Wesley Gasolina, José Gomes, Ulisses e Léo Santos. Ivanildo Fernandes está de regresso após duas temporadas em que esteve lesionado e sem fazer um minuto com a camisola nacionalista, não tendo ainda conseguido convencer o técnico alvinegro como uma possível ajuda a um setor que denota grandes fragilidades. Pela positiva, Renato Marín: o italo-brasileiro foi sempre titular na baliza dos madeirenses, tendo-se quase sempre cotado como uma mais-valia para o onze da Choupana, pois não é por ele que o Nacional vai colecionando derrotas. Apesar da sua juventude, o guardião de 20 anos mostrou muita segurança e evitou mesmo o pior em largos momentos das oito jornadas já disputadas.

O plantel gozou segunda-feira um dia de folga e vai ter uma semana mais curta, pois aproxima-se a 3ª eliminatória da Taça de Portugal, na qual o Nacional visita a Sanjoanense. Será no próximo sábado, no Estádio Conde Dias Garcia, numa partida agendada para as 15 horas. A comitiva vai viajar para o Porto na sexta-feira, efetuando o derradeiro treino no continente no norte do país.

Até lá, os pupilos de Alexandre Santos, treinam terça e quarta-feira no Estádio da Madeira, à porta fechada. Na quinta-feira, o derradeiro apronto na Madeira está agendado para o relvado da DRD, na Camacha.

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Por João Manuel Fernandes
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