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O presidente do governo madeirense, Miguel Albuquerque, não vê qualquer ilegalidade no regresso aos treinos do Nacional.
"Acho que o clube não é gerido por irresponsáveis ou pessoas que coloquem em causa a saúde pública e as determinações do governo regional. O que está em causa não é o treino de grupo, que é uma atividade proibida e seria crime no estado de emergência que foi decretado. Mas há a possibilidade de os futebolistas profissionais fazerem o seu treino individualizado no recinto", esclareceu.
Todavia, o governante não acredita na conclusão dos campeonatos de futebol. "É uma espécie de aventureirismo retórico falar agora disso", assumiu Albuquerque, concluíndo assim: "Não estou a ver condições nem ambiente para se jogar. Falam no mês de maio, mas estamos quase lá. A pandemia continua a alastrar e não acredito que o futebol recomece em Portugal. E mais, tive um trabalhão para controlar o (fecho do) aeroporto e não vai ser agora que vamos mudar".
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