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O Sp. Braga apresentou esta quinta-feira as suas contas relativas a 2022/23, nas quais conseguiu um lucro de 20,3 milhões de euros.
Segundo o comunicado dos arsenalistas, na última época a sociedade registou o máximo de rendimentos da sua história, de 78 milhões de euros, sendo que 27,3 milhões foram relativos a encaixes não relacionados com transações de jogadores. Quem isto dizer que, ao nível do mercado de transferências, as vendas do Sp. Braga situaram-se nos 49,8 milhões de euros.
Esta verba é essencial para o resultado positivo, uma vez que as despesas operacionais são bastante superiores às receitas do mesmo tipo, cifrando-se nos 45,2 milhões de euros. Destes, 17,4 milhões dizem respeito à remuneração de pessoal, verba à qual acrescem prémios de desempenho (3,8 milhões de euros), encargos sobre remunerações (1,7 milhões), seguros de trabalho (2,5 milhões), entre outros (2,2 milhões de euros).
A SAD do Sp. Braga regista agora um ativo de 118,6 milhões de euros, valor muito superior aos 55,9 milhões de euros de passivo. Assim, os capitais próprios cifram-se nos 62,6 milhões de euros.
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