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Antes de Godinho Lopes, que testemunhou ao início da tarde, o Sporting começou a expor os seus argumentos no Tribunal Arbitral do Desporto por intermédio de Bruno de Carvalho. O presidente colocou sobre a mesa os factos que motivaram a denúncia dos contratos com a Doyen, reiterando argumentos decisivos como a alegada intromissão do fundo no processo de transferência de Marcos Rojo para o Manchester United.
"Sem prejuízo da nulidade dos contratos", relativos a Rojo e a Labyad, o Sporting avançou para a "resolução com justa causa" dos mesmos a 14 de agosto, classificando de "totalmente inaceitáveis as ingerências e ilegítimas pressões que estavam a ser realizadas pelo CEO da Doyen, Nélio Lucas". A empresa era detentora de 75% do passe de Rojo e recorreu ao TAS para reclamar o valor correspondente da venda, ou seja, 15 de 20 milhões de euros. O Sporting revogou a parceria e devolveu à Doyen apenas o valor investido no argentino em 2012 (3 milhões).