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Na conferência de imprensa de antevisão ao jogo entre Lens e Sporting, na 2.ª jornada da fase de liga da Champions (amanhã, 17h45), Cuisance foi o jogador escolhido para lançar o encontro no Estádio Bollaert-Delelis. A acompanhar o treinador Yannick Cahuzac, o internacional pelas seleções jovens francesas falou bem menos do que o seu timoneiro, só que teve uma tirada curiosa.
Isto porque o camisola 27 já foi um promissor jogador do plantel do Bayern e foi precisamente no emblema bávaro e na época de 2019/20 - com o confinamento pela pandemia da Covid-19 pelo meio - que ergueu o troféu da Liga dos Campeões no Estádio da Luz. O Bayern derrotou na altura o PSG por 1-0 em Lisboa e o médio fazia parte do plantel de Hansi Flick.
Agora no regresso ao palco dos milhões, lembrou essa final que o levou até a tatuar a conquista. "Tenho lembranças boas da Champions. Venci a prova em 2020 pelo Bayern de Munique em Lisboa. Quis fazer uma tatuagem para ver essa conquista todos os dias. Temos grandes objetivos e grandes ambições. O Florian [Thauvin] fez um início de época muito bom e ajuda-me com a sua experiência. Dá-nos muito apoio e ajuda bastante o grupo. A Liga dos Campeões é uma grande aventura", vincou o médio que abordou ainda o que mudou com a chegada do treinador Yannick Cahuzac.
"Tivemos tempo para trabalhar com o novo treinador na pausa FIFA e queremos destacar a identidade do clube e da cidade em campo. Queremos mostrar nos jogos o que mostramos no dia a dia. A Champions é sempre especial, é diferente de todas as outras competições. Estamos habituados a defrontar grandes equipas. Só ouvir a música e o hino da Champions dá outra motivação. Vamos ter uma vontade extra de sairmos vencedores deste jogo", assumiu, antes de analisar o seu papel no Lens.
"Tenho uma função mais híbrida na equipa, sou mais ofensivo, mas nunca vou jogar para as estatísticas. Quero sair vencedor no final com os meus companheiros", deixou claro.