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Fresneda elogia Sporting com garras na Europa mas também atira à Liga: «Temos de ser ainda melhores»

Foto: Paulo Calado
Foto: Pedro Bispo

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Internacional sub-21 por Espanha concedeu entrevista ao AS onde elogia, entre outros temas, a competitividade do campeonato português

O Sporting está em Espanha para jogar a passagem aos oitavos de final da Liga dos Campeões sem necessidade de jogar o playoff - depende, mesmo ganhando ao Athletic Bilbao, de terceiros - e por isso causa impacto, sobretudo na imprensa. Esta quarta-feira, o jornal AS dedica espaço na sua edição em papel, mas também no seu portal, a Iván Fresneda, internacional sub-21 pela seleção do país vizinho que cumpre a terceira temporada de leão ao peito. Numa longa conversa, o lateral-direito, de 21 anos, fala não só sobre a garra que os comandados de Rui Borges mostram no plano internacional, fala do ambiente do San Mamés, além de mostrar ambição na conquista tricampeonato. Rui Borges, Suárez e Gyökeres também entram no discurso do jovem ala. Confira os destaques:

PSG e Athletic: "Sabíamos do atual potencial do campeão da Champions [o PSG], mas tínhamos de usar as nossas armas... Esse jogo demonstrou que somos muito completos Podemos ter posse e sentirmo-nos cómodos com a bola, mas também mudar esse registo - como foi o caso - e sermos mais defensivos. Agora chegamos a San Mamés... Podemos entrar nos outro primeiros, mas isso depende de terceiros. Temos de ganhar e esperar. O Athletic está a cair na liga, mas sei perfeitamente a grande equipa que são. Mesmo parecendo que não estão bem, são fortíssimos. Com o Valladolid nunca os consegui vencer e, admito, é uma espinha que me está encravada..."

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Ataque ao tricampeonato: "Se uma equipa quer ser campeã em Portugal tem de perder a menor quantidade de pontos. Temos que ser ainda melhores na segunda volta. A primeira não foi má, mas precisamos de mais. Temos de meter isso na cabeça para conseguir o objetivo, que é ganhar o tricampeonato. Vamos jogo a jogo. Também estamos na Taça, outro troféu que queremos vencer, tal como a época passada."

E o Benfica vem atrás... Como é um dérbi de Lisboa? "Incrível. A competitividade das equipas que estão mais acima na liga é enorme e um dérbi é algo que mexe com muita coisa ao seu redor. Vive-se com muitíssima intensidade e é uma rivalidade lendária. É espetacular o que se vive, tanto em casa como fora. Os nossos adeptos acompanham-nos a todo o lado. Muitas vezes jogamos fora e eles fazem-nos sentir como se fosse Alvalade. Os meus amigos e a minha família ficaram loucos [quando assistiram pela primeira vez a um dérbi]. Talvez em Espanha não se tenha bem a noção da dimensão desse dérbi."

Um ano com Rui Borges: "Chegou e falou comigo, num momento em que se falava que eu podia estar de saída, Estou-lhe eternamente agradecido. Vínhamos de resultados negativos e ele demonstrou muitíssima confiança; apostou em mim e eu correspondi no campo. Ensinou-me muito, tal como a sua equipa técnica."

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Super Suárez? "Dá-nos muito e chega em forma... Antes que me pergunte, ele e o Gyökeres são jogadores diferentes. Jogam na mesa posição, mas têm caraterísticas diferentes. Mas o Luis, tal como fez Gyökeres, está a fazer um grande trabalho em prol do Sporting. É superimportante."

Por Record
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