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Luis Suárez admite sobrecarga: «Sou poucas vezes substituído, pois o meu colega está lesionado»

Luis Suárez marcou no Alverca-Sporting
• Foto: LUSA_EPA

Já concentrado nos trabalhos da seleção da Colômbia que terá dois particulares diante da Croácia (26 de março) e França (29 de março), ambos nos Estados Unidos, Luis Suárez abordou o seu momento de forma garantindo que quer "continuar a fazer as coisas bem", e também admitiu que está com muitos minutos acumulados, ao serviço do Sporting, onde já contabiliza 3.403 minutos.

"Sou poucas vezes substituído, pois o meu colega [Ioannidis] está lesionado. Trabalho para dar o meu melhor em todos os jogos e, no Sporting, gerindo os minutos internamente para dar rendimento nos jogos", afirmou o avançado, de 28 anos, que se mostrou satisfeito com o rendimento que tem alcançado: "Eu continuo a fazer o meu trabalho e dar continuidade ao mesmo. Estou atento ao que se passa na seleção e quero continuar a apresentar bons números e melhorá-los através de boas exibições. O meu desejo passa por esticar a série de jogos a marcar o mais possível".

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Assegurando que está "mais maduro e com outra mentalidade", o jogador leonino assume que já se apresenta na seleção com outra confiança. "Nas primeiras vezes em que vim pensava que já estava mentalmente para dar o meu contributo. Hoje sei que estou devido a essa mentalidade mais madura", acrescentou o cafetero que também identificou semelhanças entre a forma de jogar do Sporting e da Colômbia: "Há fases do jogo em que são muito parecidas. Para mim funciona pois sinto-me à vontade a jogar com colegas que gostam de ter a bola no pé como o James Rodríguez, Luis Díaz e Juanfer que são perfeitos no último passe. Mais importante do que o esquema tático é a forma como te entendes com os teus colegas".

Garantindo estar totalmente "focado no Sporting e na seleção" ao ser questionado sobre o interesse de equipas inglesas, o ponta-de-lança informou que está preparado para enfrentar os defesas mais duros. "Penso que a melhor forma de bater esses defesas é através da mobilidade. Quando os centrais são grandes e fortes, se ficas parado, tornas-te um ponto fácil de marcar. Estamos habituados a esse tipo de marcação e sabemos que precisamos de ser móveis", acrescentou o sul-americano que se mostrou preparado para jogar com um companheiro no ataque: "Para qualquer avançado ter um parceiro no ataque é muito bom, mas também precisas de gente atrás que te veja como uma referência...eu estou pronto a jogar de qualquer maneira. O mais importante é analisar bem o rival e desenhar as melhores soluções táticas para termos mais facilidade em ganhar os jogos. O que eu gosto fica sempre para segundo plano, o mais importante é encontrar o plano certo para assegurarmos a vitória".  

Por João Soares Ribeiro
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