O presidente da mesa da Assembleia Geral do Sporting, Rogério Alves, espera que amanhã a Assembleia Geral do Sporting onde serão votados os castigos aplicados a oito associados - um lote onde se inclui o ex-presidente Bruno de Carvalho - decorra sem incidente, mas está preparado para todos os cenários.
"É preciso ter sempre precauções, mas não convém exagerar ou ignorar o que aconteceu na Assembleia Geral do passado dia 30 de novembro. A esmagadora maioria dos sócios que têm um comportamento cívico educado. Também tivemos em contacto com a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a empresa de segurança que trabalha com o Sporting para evitar, prevenir, debelar e reprimir quaisquer incidentes. A Assembleia Geral dependerá do comportamento da esmagadora maioria dos sócios. Qualquer fenómeno que surja já tomámos as medidas com a PSP", esclarece o responsável leonino que antevê que os trabalhos só se inciem às 15h00, hora a que vai começar a votação e as intervenções.
Assinalando que nesta Assembleia Geral a votação será feita de "uma só vez", o advogado lembra que os sócios tiveram acesso à informação referente à suspensão e expulsão de associados e, amanhã, só terão de votar essas deliberações. "Se votarem contra a suspensão a mesma será destruída pois podemos fazê-lo como Mesa da Assembleia Geral. Há duas hipóteses: Ou as sanções se mantêm ou são revogadas. Para a Assembleia Geral o assunto fica encerrado, num sentido ou no outro", acrescentou em declarações à SIC Notícias.
O responsável leonino também ainda foi confrontado com as queixas feitas por Trindade Barros, um dos sócios que poderá ser expulso a par de Elsa Judas, que lamentou nunca ter sido ouvido pelo órgão disciplinar. "Se alguém entende que no processo disciplinar foram atropelados direitos, isso não será apreciado na AG. Poderá ser apreciado nos tribunais, e é aí que podem pedir a reposição da legalidade. Amanhã não será analisado, o processo foi feito e só será votada a manutenção das sanções ou a revogação das mesmas", concluiu.
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