A fasquia elevada no caso de jogadores como Ilori, Rui Patrício ou Miguel Lopes reproduz no essencial a ideia defendida por Augusto Inácio na primeira entrevista concedida ao jornal do clube, após assumir o cargo de diretor de futebol profissional.
“Não vamos vender nada a preço de saldo. Tirem o cavalinho da chuva”, assegurou o responsável verde e branco, deixando antever que, apesar das dificuldades financeiras, não iria permitir que as suas principais joias deixassem o clube a qualquer preço.