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Carrillo (4)
Primeira parte atrevida, criando dificuldades a Benito, que sentiu calafrios cada vez que o camisola 18 arrancava em direção à baliza. Maior objetividade nos lances individuais, num deles assistiu André Martins para o golo da vitória (42’). Aos 41’ já tinha rematado ao poste. Grande jogada aos 63’, deixando 3 adversários para trás, mas o remate saiu ao lado.
Marcelo Boeck (3)
Um dérbi com pouco trabalho. Raramente foi chamado a atuar e as ações onde foi interveniente desempenhou-as sem hesitações.
Cédric (3)
Muito personalizado na sua zona de ação. Gaitán e Ola John nunca foram “fantasmas” capazes de assustar o lateral-direito dos leões.
Maurício (3)
Recuperou do problema físico contraído com o Belenenses e não acusou qualquer tipo de desgaste. Cardozo saiu ao intervalo.
Dier (3)
Optou por um estilo de jogo simples, sem complicações, notando-se no jogo aéreo. Aos 41’ foi à área encarnada tentar o golo, mas acabou por funcionar como obstáculo num remate de Carrillo.
Jefferson (2)
Menos acutilante que Cédric, faltou-lhe a agressividade ofensiva que costuma emprestar à equipa. Procurou não comprometer, e nessa missão passou com distinção, mas ainda está longe daquilo que pode emprestar à equipa.
Adrien (4)
Volta a apresentar-se como um pilar importante neste Sporting. A organização do jogo ofensivo da equipa passa por ele, foi sempre um elemento dinâmico no eixo do meio-campo e está sempre pronto para encontrar uma solução em cada lance. Aos 50’ esteve perto do golo, mas Artur defendeu o remate de longe.
André Martins (3)
Ocamisola 8 voltou a marcar, colocando o Sporting em vantagem ainda na primeira parte (42’). Sabe potenciar a inteligência tática em prol da equipa e isso permite-lhe encontrar espaços nas linhas adversárias. Foi assim que surgiu na cara de Artur no lance do 0-1. Terminou a participação na Taça de Honra da AF Lisboa como o melhor marcador da prova (dois golos), um incentivo para um médio que não é um goleador.
Capel (3)
Muito rápido e objetivo no flanco esquerdo, o espanhol foi sempre uma enorme dor de cabeça para Luís Felipe. Destaque para um lance individual aos 9’ quando deixou o lateral-direito encarnado e Talisca a segui-lo com os olhos. Revelou sempre enorme preocupação em compensar nas transições defensivas.
Montero (2)
Alguns pormenores de classe, participação direta no lance do 0-1, ao ganhar a bola no meio-campo e uma procura constante em reencontrar-se com os golos. Contudo, continua em branco e aos 61’ desperdiçou excelente oportunidade para festejar, sendo displicente ao tentar o chapéu a Artur, que ficou com a bola nas mãos. Ainda procura o equilíbrio.
João Mário (3)
A qualidade técnica salta à vista, a bola raramente sai “desorientada” dos seus pés. Ainda procura adaptar-se a uma nova realidade, mas nota-se que está disposto a complicar a vida a Marco Silva e lutar por uma vaga entre as principais opções do treinador. Importante a gerir o jogo leonino numa fase em que a equipa procurava segurar a vantagem obtida na primeira parte.
Carlos Mané (1)
Teve algumas transições rápidas assim que entrou em jogo, mas as iniciativas foram-se dissipando à medida que a história do jogo deixava de ter emoção...
Heldon (1)
Exibição na linha de Carlos Mané. Entrou em campo aos 74’, numa fase em que ambas as equipas já tinham realizado várias substituições, um cenário onde a qualidade ia perdendo chama.