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Avançados do V. Guimarães de costas voltadas com os golos desde Leiria

Ndoye festeja
• Foto: LUSA_EPA

Há vários fatores que podem explicar a quebra que o Vitória registou depois da conquista da Allianz Cup, a 10 de janeiro, que levaram a equipa hipotecar quase por completo a ambição do 5º lugar. Um deles é o longo jejum vivido pelos dois avançados mais utilizados, no caso Alioune Ndoye, o herói do épico triunfo de Leiria, e Nélson Oliveira.

Há mais de dois meses que nenhum dos dois jogadores marca qualquer golo. Oúltimo foi precisamente aquele que o senegalês marcou para dar o triunfo sobre o Sp. Braga, na já referida final.

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Passaram-se nove jogos desde essa altura. Nesse período, oVitória festejou por 11 ocasiões, sempre à boleia de figuras alternativas. Samu tem sido quem mais tem contribuído, não sendo por mero acaso que detém o estatuto de melhor marcador na presente época, com os extremos e outros médios também a dizerem presente.

Defesa a meter água

A falta de eficácia dos avançados não é a única causa para a crise de resultados que se instalou no Vitória. Na verdade, a defesa também não atravessa um bom momento, tanto que em apenas nove jogos desta segunda volta já concedeu 17 golos, o segundo número mais alto do campeonato neste período, apenas atrás dos 18 encaixados pelo E. Amadora.

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Por Pedro Morais
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