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O Tribunal de Guimarães impediu três adeptos do Vitória de entrarem em recintos desportivos. Esta sentença surge como medida preventiva e remonta ao Caso Marega, quando o avançado do FC Porto foi alvo de alegados insultos racistas da parte de adeptos vitorianos.
Apesar de negarem em tribunal terem proferido insultos racistas, os três adeptos minhotos estão indiciados pelo crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência e irão agora aguardar julgamento com a medida de coação de interdição de entrada em recintos desportivos, além da obrigatoriedade de apresentação no órgão de polícia criminal da respetiva residência quando jogar o Vitória.
Os adeptos negam a acusação e o advogado vimaranense que os representa, Pedro Miguel Carvalho, falou, em declarações ao Grupo Santiago, "numa medida desnecessária, desadequada e injusta", temendo que os seus constituintes estejam a ser usados como "bodes expiatórios" na luta contra a violência no desporto, num processo "mediatizado e politizado".
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