O técnico Luís Pinto explicou a eliminação do Vitória na Taça de Portugal com “ineficácia e falta de discernimento” e não contornou o impacto anímico que esta derrota pode proporcionar.
“É futebol. Entrámos fortes e a criar, mas não marcámos e quando assim é acontecem estes jogos”, comentou o treinador, insatisfeito pela forma como a arbitragem geriu “o anti-jogo do adversário”, mas também pela “incapacidade” da sua equipa em ultrapassar o problema: “Não há muito a explicar para ilustar o que se passou e, espero eu, vou falar pela última vez de uma equipa de arbitragem porque eles são os únicos que podem fazer algo contra o anti-jogo. Não critico o AVS SAD por utilizar essa arma, critico a forma como o jogo é gerido, por quem podia fazer mais alguma coisa, até porque tínhamos de estar focados em nós e não nos devíamos exaltar porque só podemos ser mais capazes se não nos deixarmos influenciar por esses momentos para sermos capazes de ter mais discernimento e criar mais oportunidades de golo”.
Já sobre os reflexos deste resultado inesperado, o técnico diz que é obrigatório retirar as devidas ilações e apresentar uma abordagem positiva no próximo desafio.
“Queremos ter capacidade de reagir junto daqueles que que querem reagir connosco. Queremos ter capacidade para ver o que fizemos de bem e dar continuidade. Queremos agarrar-nos aos adeptos que estiveram presentes e tentarmos fazer com que no próximo jogo em nossa casa, com mais gente, possamos dar passos em frente no caminho dos bons resultados”, desabafou o técnico.
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