Uma nova geração do "caneco"

Uma nova geração do "caneco"
• Foto: LUSA

Dois anos volvidos após a última presença do V. Guimarães no Jamor, regressou à final da Taça de Portugal com um figurino completamente diferente que deu muitos e bons resultados, ou não tivesse conquistado o "caneco" na sua sexta presença no Jamor, com uma vitória frente ao Benfica por 2-1 este domingo. Freire e Alex foram os dois únicos elementos do atual plantel utilizados na decisão de 2010/11. Hoje, o relvado do Estádio Nacional foi pisado por um grupo renovado no espaço de apenas duas épocas, em busca de uma proeza inédita... e conseguida.

Ao longo da época, o treinador foi obrigado a recorrer à equipa B para colmatar as lacunas originadas pela saída de vários jogadores. Extraindo o melhor dos jovens que tinha à sua disposição, Rui Vitória construiu uma equipa com base numa geração nova, que há dois anos dificilmente imaginaria um momento como este. Trata-se do ponto mais alto do ciclo iniciado pelo técnico, de 43 anos, bem como o auge do mandato do presidente, Júlio Mendes, eleito há pouco mais de um ano.

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Recuando um par de temporadas, facilmente se constata como a nova vaga de vimaranenses cresceu a uma velocidade fora do normal. Ricardo, Tiago Rodrigues e Paulo Oliveira, três das suas principais mais-valias, ainda evoluíam nos juniores.

Agora, os dois primeiros preparam-se para dar o salto para o FC Porto, logo após o jogo da final, que marcará a despedida de ambos. Enquanto Addy já começava a mostrar o seu valor na 1.ª Liga, pela Académica, André André ainda nem sabia o que era atuar no futebol profissional. Soudani e El Adoua não tinham chegado à Europa e Baldé saltava de clube em clube, sem conseguir afirmar-se no Sporting.

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Do onze que Rui Vitória deve apresentar no derradeiro encontro da época, Leonel Olímpio é um dos poucos que já tinha algum traquejo nessa altura. Mas o capitão Alex, que marcou presença na última final, não está sozinho... É que Douglas, agora dono da baliza vitoriana, esteve no banco durante essa partida. Um trio de exceções que pode aliviar o peso da juventude.

Média de idades diminuiu drasticamente

Liderado pelo veterano guardião Nilson, então com 35 anos, o onze vitoriano derrotado pelo FC Porto na final de há duas épocas, por expressivos 6-2, apresentava uma média de idades muito próxima dos 28 anos. São quase três anos de diferença para a equipa que Rui Vitória lançou este domingo, com muito menos veterania e uma média que se aproxima dos 25 anos. Alex, de 33, é o mais velho dos prováveis titulares; o extremo Ricardo, de apenas 19, afigura-se como o mais novo. Uma equipa vencedora

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