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22H49 - Fim de entrevista
22H48 - "Tenho o maior respeito pelos adeptos do clube onde estive seis anos e me trataram muito bem. Continuam a reconhecer o meu trabalho e valor. Hoje estou num clube diferente. Não sou hipócrita. Não vou dizer que se ganhar não vou festejar. O mais importante para mim é o futebol. Estou nesta casa com muito prazer e muito gosto. Não morri 'desportivamente' como treinador do Benfica nem irei morrer como treinador do Sporting".
22H47 - "Os primeiros 11 jogadores que começam o primeiro jogo oficial não são o 'esqueleto' da época. O Sporting vai estar em cinco competições e vai haver oportunidades para uns e outros".
22H45 - "Eu não escolho 11, escolho 25 jogadores. No facto de um jogador ser contratado, não lhe dá o direito de ser titular. Não é a primeira que um jogador chega ao clube e comigo não joga. Ciani? Ainda não começou o campeonato. A situação aconteceu noutros clubes. Estamos a estudar o jogador e a trabalhar com ele. Temos tempo até dia 31 para tomar decisões".
22H42 - "Se quisessemos [Mitroglou] já o tínhamos. O que fizemos foi contratar os jogadores que foi possível. Esse não se encaixa nesse leque. O Sporting tem um departamento médico do melhor que há no Mundo. Não está em questão a qualidade do jogador. Há outros pormenores que para o departamento médico eram importantes e entendemos que não devia ser contratado".
22H42 - "Todas as equipas têm estes problemas de sair jogadores, que não é o caso do Sporting até hoje. Esperemos que não aconteça. Se saem? Não há certezas absolutas. A certeza que tenho, tal como a administração, é que não temos essa ideia".
22H40 - "Perderam dois jogadores de manobra ofensiva e defensiva mas foram dois jogadores. Há outros que estavam como segundas opções e estão lá e vão jogar. São jogadores que têm qualidade e podem representar o clube. Têm menos qualidade [que os que saíram] mas agora podem pensar o contrário. É um fator que tem alguma influência. Pensava que mudassem alguma coisa, porque chegou um treinador, mas não mudou nada".
22H39 - "Eu sou um, a equipa são onze. Nos últimos dois anos, o Benfica, de oito títulos, ganhou sete. A vantagem está no detentor do título, de uma equipa que tem uma ideia de jogo que mantém. Nada foi mudado. As ideias que estão lá são todas minhas. Nada mudou, zero. Eu cheguei ao Sporting e mudei tudo. Pelo menos na pré-época, tudo o que vi, aquilo foi tudo criado por mim. Se esperava mudar ou não, isso já não me compete".
22H37' - "Já me mostrei surpreendido. Nós temos cinco semanas [de trabalho]. Grande parte dos jogadores têm duas a três semanas. Crescimento tem sido melhor do que pensava. Últimos dois jogos foram contra adversário de nível alto. Uma coisa é tu chegares a um clube, vires com uma ideia, e mudares tudo".
22H33' - "Estou num clube que venceu a Taça. Para mim é mais uma final, é a primeira ao serviço do Sporting. Sinto-me normal e de forma natural. Tudo isto é normal para mim. São dois rivais de sempre. A minha primeira final, do lado do Sporting, aconteceu como aconteceu em outros clubes. É importante porque é um título. Começas a vencer e começas a ganhar uma taça. Não tem influência nenhuma em relação ao futuro das equipas. Em termos emocionais, há vantagem em ganhar. Quando se perde há sempre uma agressão. Quando se perde um título nunca se fica satisfeito. 'Agredir' é subjetivo, é em termo desportivos".
Jorge Jesus deu uma entrevista à RTP onde fala sobre vários assuntos "quentes" do momento.