Erick Mendonça lamentou a derrota diante do Cazaquistão que ditou o adeus de Portugal ao Mundial de futsal, mas deixou claro que não será este resultado menos positivo que apagará aquilo que esta equipa fez e, no seu entender, continuará a fazer.
"Não ficou a faltar nada. Acima de tudo, saímos com o sentimento de que fizemos tudo ao nosso alcance para sair com a vitória. É um dissabor, porque acho que fomos a melhor equipa. Parabéns ao Cazaquistão, pois quando ganham desta maneira, com a resiliência e capacidade de sofrer que tiveram, são justos vencedores. Mas, na minha forma de ver o jogo, acho que estivemos muito por cima e podíamos ter feito mais golos. Não fizemos e, nesse sentido, parabéns ao Cazaquistão.
Não precisamos deste jogo, e muito menos deste Campeonato do Mundo, para saber que há orgulho e que o futuro está garantido. Já está garantido há muito tempo. O orgulho é total em todos e basta ver a forma como o Lúcio, o Kutchy e o André Correia se comportam aqui e a personalidade com que encaram estes jogos. Temos aqui campeões do Mundo como o Zicky e o Tomás Paçó, mas que estão no seu segundo Mundial, com a idade que têm. O sentimento só pode ser de orgulho. Caímos nos oitavos de final, como poderíamos ter ido até ao fim. O orgulho não ia ser nem mais, nem menos. Somos uma grande equipa, das melhores do mundo, e esta derrota não abala em nada o nosso sentimento de orgulho".
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