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Francisco Neto foi um dos convidados do fórum da Associação Nacional dos Treinadores de Futebol e, à margem do evento, falou sobre a evolução do futebol feminino em Portugal, que culminou na qualificação lusa para o Campeonato do Mundo de futebol feminino (julho e agosto deste ano.)
"É um trabalho de muita gente, há uma grande estrutura por trás do selecionador e das jogadoras. Para além disso, os clubes têm feito também um grande trabalho, as jogadoras chegam cada vez mais bem preparadas e em melhores condições. É cada vez mais difícil para nós fazermos uma convocatória e isso é sinal do crescimento do futebol feminino. Este momento [qualificação para o Mundial] foi o culminar do trabalho de muitos anos, agora temos de usufruir e desfrutar desse momento. Há cada vez mais clubes a permitir que as nossas jogadoras tenham contratos profissionais e condições muito iguais ao que há no masculino. Isso permite que a jogadora seja cada vez mais competente e fique cada vez mais competitiva. Em 2017 tínhamos 14 jogadoras em condições profissionais no estrangeiro, hoje em dia só temos seis porque as outras já conseguem estar em Portugal a fazer aquilo que mais gostam", começou por referir.
Portugal partilha o grupo com EUA, Holanda e Vietname, sendo que o objetivo é claro: "Temos de ter muita noção do nosso grupo. Temos o campeão do mundo, o vice-campeão do Mundo e também uma estreante como nós, no caso o Vietname. O que queremos, tal como dissemos no último Europeu, é chegar ao último dia da fase de grupos a depender só de nós. Teremos de ser altamente competitivos e organizados para podermos chegar ao jogo com os EUA a depender de nós e aí sim, fazermos contas".
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