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É uma verdadeira bomba que nos chega de Espanha! A ‘Runner’s World‘ adianta que a World Athletics terá decidido não homologar o recorde mundial da meia maratona que Jacob Kiplimo fixou no ano passado em Barcelona (56:42). A publicação espanhola cita uma fonte do organismo para suportar a sua informação.
Em causa está a muito comentada presença e influência do carro-relógio, que segundo muitos foi uma ajuda preciosa para que o ugandês tivesse corrido uma marca que pulverizou autenticamente os 57:30 de Yomif Kejelcha, feitos em 2024 em Valência. Essa ação foi, por exemplo, criticada por Carlos Móia, presidente do Maratona Clube de Portugal, aquando da conferência de imprensa da EDP Meia Maratona de Lisboa do ano passado.
Para suportar a sua decisão, a World Athletics baseia-se no ponto 6.3 do regulamento de provas, no qual está claro estar proibido “a marcação de ritmo por pessoas que não participem na prova, atletas dobrados ou a ponto de sê-lo ou por qualquer dispositivo técnico” ou “qualquer ajuda mecânica”. Na altura, a interpretação deste ponto foi aproveitada pela organização colocar o carro a ‘favor’ de Kiplimo, algo que agora se vira contra o ugandês e contra a prova prova catalã.
A confirmar-se esta decisão, o recorde mundial é ‘recuperado’ por Valência, voltando à posse de Yomif Kejelcha, com os 57:30 de 2024 em Valência. Uma marca que certamente será colocada à prova nos próximos meses. Veremos onde…
Segundo a 'Runner’s World' Espanha, em causa a ação do carro-relógio
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