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Giovana Maia é uma das cinco jogadoras em estreia na Seleção Nacional feminina para os dois particulares contra República Checa e Coreia do Sul, nos dias 21 e 27, no Estoril. Antes do primeiro treino às ordens do selecionador nacional Francisco Neto, que contou com todas à exceção de Inês Pereira, Andreia Faria, Carole Costa, Jéssica Silva, Andreia Jacinto, Fátima Pinto e Lúcia Alves, que chegam na sexta-feira – serão opção apenas frente à Coreia do Sul –, a central luso-brasileira falou num sonho.
"Estou muito feliz. Todas sonham com isto. Tenho trabalhado há muitos anos, a pandemia acabou por atrapalhar um pouco o progresso, mas recebi a notícia com muita alegria. Estou pronta para aproveitar esta oportunidade da melhor forma", começou por afirmar a central, de 27 anos, que representa o Panathinaikos e jogou no Marítimo em 2018/19. "Sempre quis representar Portugal, mas como cresci no Brasil, devido ao colégio [escola] é muito difícil fazer a viagem. Querendo ou não são 10 horas, há a parte dos estudos, e é uma coisa difícil de deixar de lado uma semana ou mais, mas o meu coração sempre foi português. Nasci aqui, é o meu sangue e é uma alegria imensa poder vestir esta camisola", sublinhou.
No primeiro dia ao serviço da seleção principal da equipa das quinas, a experiente jogadora lembrou que já conhece bem algumas companheiras e que pode trazer a experiência dos vários emblemas que tem representado na carreira, tais como Red Bull Bragantino, Empoli, Parma e Panathinaikos, para o seio do grupo: "Já joguei com algumas colegas, por exemplo em Itália com a Joana Marchão e com algumas no Marítimo no ano em joguei aqui em Portugal. É sempre bom, é uma forma mais fácil de entrar no grupo e também tenho experiência. Estou aqui para ajudar, ser ajudada e para podermos alcançar os objetivos."
"Acho que posso trazer outras visões sobre o futebol feminino, já joguei aqui na Liga BPI e sei que em relação a outros países ainda estamos um bocadinho atrás, mas o campeonato tem-se alavancado ano após ano. Creio que posso trazer a experiência de uma jogadora que esteve em outros lugares com outras grandes jogadoras. Estou aqui para somar no que for preciso e para mostrar o meu trabalho", rematou, deixando também elogios à evolução da Liga BPI, considerando ainda que existem "grandes talentos em Portugal".
Já sobre a Seleção, que agora representará a nível sénior depois de ter jogado 6 vezes pelas sub-23, também realçou o desenvolvimento recente. "Portugal tem-se destacado muito ano após ano e é um crescimento de que todas as seleções de fora têm falado. Tenho amigas de outras nacionalidades e toda a gente fala muito bem sobre a Seleção, creio que é o caminho. Ano após ano, quanto mais investimento a federação fizer nos campeonatos nacionais, isso levará a Seleção a um nível mundial e mais longe. Estamos no caminho certo", vincou.
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