Depois do triunfo frente à Bélgica, a seleção feminina joga, na próxima terça-feira, uma cartada decisiva no apuramento para o Mundial de 2023. O conjunto de Francisco Neto sabe que tem de vencer a Islândia na final do playoff, isto de forma a poder ser uma das duas melhores seleções entre as três vencedoras da segunda ronda e garantir o acesso direto ao Campeonato do Mundo. No seio do grupo a ambição e a confiança são máximas, tal como explicou Joana Marchão antes do treino deste sábado.
"O jogo com a Bélgica foi muito bonito, mas não nos vai valer de nada se não fizermos o que nos compete no jogo de terça-feira. A equipa da Islândia é forte fisicamente, tem jogadoras muito altas e estamos à espera de um jogo muito difícil. Estamos à espera de dificuldades em todos os momentos do jogo, mas a constituição física vai ser um fator que vai fazer diferença, mas que, ao mesmo tempo, não vai fazer diferença. Vamos usar o que temos para tentar fugir a esse pequeno problema", começou por explicar a internacional lusa.
Apelando à presença do público em Paços de Ferreira, a lateral do Parma deu ênfase ao ponto no qual Portugal pode fazer a diferença: "Somos uma equipa que joga bem com a bola no chão e isso pode ser um fator que nos pode favorecer muito. O facto de estarmos no playoff já nos motiva bastante, até porque estamos onde nunca estivemos e podemos fazer o que ainda não foi feito".
No treino deste sábado, Francisco Neto não pôde contar com Sílvia Rebelo, a contas com problemas físicos, e com Lúcia Alves e Jéssica Silva, devido a questões pessoais.
Por Diogo Matos