Hugo Ventura foi a grande novidade entre os eleitos de Fernando Santos para a receção à Sérvia (a contar para a fase de qualificação do Euro'2016). Aos 27 anos, o jogador formado no FC Porto volta a merecer uma oportunidade na principal equipa das quinas, depois de em 2011 ter sido convocado por Paulo Bento para três encontros, sem nunca sair do banco de suplentes.
Um dos guarda-redes mais promissores do país no seu tempo de formação, Ventura foi internacional português nos escalões de sub-19 (foi titular durante o Europeu do escalão, em 2007) e sub-21 (não disputou nenhuma grande competição) mas nunca conseguiu constituir uma verdadeira solução para a baliza da seleção A, muito por culpa de não se ter afirmado verdadeiramente em nenhuns dos clubes por onde foi passando.
O guarda-redes português nunca teve grandes oportunidades no FC Porto e só no verão de 2013, depois de cinco temporadas consecutivas de empréstimos, é que o jogador natural de Vila Nova de Gaia se desvinculou dos dragões, rumo ao Rio Ave.
Agarrar a titularidade
Em Vila do Conde também nunca foi opção e já esta temporada, ao serviço do Belenenses, também demorou algum tempo a agarrar a titularidade, com Lito Vidigal a conceder-lhe esse protagonismo apenas à 16.ª jornada da Liga, na ressaca da goleada sofrida pela formação do Restelo nos quartos-de-final da Taça de Portugal, em Braga, por 7-1, então com Matt Jones na baliza.
Desde então, Ventura soma 13 jogos em apenas 16 golos sofridos, para uma média de 1,2 golos encaixados por partida, números muito positivos tendo em conta que se trata de um guarda-redes que alinha no Belenenses. A média de Ventura esta temporada supera todas as das temporadas anteriores. Só em 2007/2008 e 2008/2009, quando foi utilizado de forma residual na equipa principal no FC Porto, é que Ventura sofreu menos golos.
Os números de Ventura
Ao nível de Rui Patrício e Anthony Lopes
Mesmo atuando num clube com ambições diferentes de Sporting e Lyon, onde estão, respetivamente, Rui Patrício e Anthony Lopes, os números de Ventura esta temporada não ficam quase nada atrás dos outros dois guardiões convocados para o duelo de Portugal com a Sérvia.
Rui Patrício soma 39 golos sofridos em 35 partidas disputadas em 2014/2015 com a camisola dos leões - 1,1 golos sofridos por jogo, em média - ao passo que Anthony Lopes está um pouco melhor - 0,9, com 32 golos sofridos em 36 jogos. Beto, cuja lesão permitiu que Ventura voltasse aos eleitos da Seleção Nacional, tem uma média de 1,1 (27 golos em 24 jogos), igual à de Patrício.
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