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"A próxima superestrela do ciclismo.” Era assim que, há dias, o 'The Athletic' - entidade de jornalismo desportivo que faz hoje parte do jornal 'The New York Times' - descrevia Paul Seixas, ciclista francês que terá ascendência portuguesa e que, aos 19 anos, aviva as esperanças francófonas de voltar a ter um francês a vencer o Tour (a prova-rainha da modalidade), depois de um jejum com mais de 40 anos que se seguiu à vitória de Bernard Hinault, em 1985.
Aquilo que na altura parecia evidente, só se reforçou entretanto. No dia 7 deste mês de março, na clássica (prova de apenas um dia) italiana Strade Bianche, Seixas cortou a meta em segundo lugar. Mais impressionante do que isso: terminou apenas um minuto (nem um segundo a mais) depois de Tadej Pogacar, prodígio de 27 anos já com quatro Voltas a França no currículo. Ainda mais impressionante? Pogacar, que já vencera a Strade Bianche em três ocasiões, precisou de bater o recorde de velocidade da prova (que já vai na 20.ª edição) para acabar um minuto à frente de Paul Seixas. Leia o artigo na íntegra na Sábado.
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